Poemário prostibular [33]
O poema
começa sempre
por sussurrar-te ao ouvido
roubar-te um beijo molhado
despir-te à frente
de toda a gente
e, sem vergonha
come-te no chão
como se não houvesse amanhã
penetra-te de amor
explode dentro de ti
uma e outra vez
.
MG 2011
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